O que é o Ramadã?
O jejum é o terceiro pilar do islamismo e sua violação durante o Ramadã é a mais punida socialmente - o código penal marroquino prevê pena de até seis meses de prisão.
Há dois anos, um homem foi agredido na cidade de Fez por beber água na rua antes da hora da quebra do jejum. Várias pessoas o arrastaram à delegacia mais próxima e a Polícia o trancou em um calabouço. O homem só foi liberado depois que familiares apresentaram um atestado médico o qual comprovava que era diabético e, por isso, estava isento de jejuar.
Contudo Christian escolheu orar durante o Ramadã, os líderes do ministério estão incentivando-os a tomar medidas para os próximos 30 dias – para os muçulmanos e também para os cristãos em áreas predominantemente muçulmanas. As manifestações violentas contra os cristãos aumentam durante o Ramadã, no 27 dia tem a noite do poder eles se enchem de “poder” e “ousadia” para matar cristãos e estuprarem mulheres e crianças que aceitam a Cristo além de destruírem sua casas queimarem seus carros e destruir Templos cristão.Oito dos 10 principais países listados pela Classificação de países por perseguição 2010 têm o governo islâmico em 35 dos 50 na lista. A Classificação de Países por Perseguição anual mostrou os maiores perseguidores cristãos. Entre esses oito países estão o Irã (2), Arábia Saudita (3), Somália (4), Ilhas Maldivas (5), Afeganistão (6), Iêmen (7), Mauritania (8) e Uzbequistão (10).Há pelo menos 200 grupos muçulmanos de 100.000 pessoas que não têm o testemunho cristão. Mas eles serão alcançados pelo poder da oração. Como declara o Irmão André, fundador da Portas Abertas, “Nossas orações vão onde não podemos. Embora muitas coisas possam parecer impossíveis do ponto de vista humano, no reino da oração não existem impossibilidades”.
Muitos muçulmanos estão buscando sinceramente a Deus. Todos os anos a Portas Abertas ouve testemunhos de muçulmanos que tiveram Jesus revelado diretamente a eles por sonhos ou visões durante o Ramadã. David (nome fictício), anteriormente Imam (líder espiritual muçulmano), disse que ouviu a voz de Cristo durante o Ramadã.
“Ela disse: ‘Eu tenho orado por você toda vez que entra nesta mesquita. É maravilhoso ver que Deus respondeu minhas orações.’ Ela estava muito surpresa porque ela nunca pensou de fato que eu poderia me converter a Cristo. Olhei bem firme em seus olhos para convencê-la. Guardarei isso em meu coração para sempre; para saber que minhas orações fazem diferença a alguém.”
“Este é um tempo extraordinário de oração por ambos cristãos e muçulmanos nesses países islâmicos,” diz o Presidente da Portas Abertas Estados Unidos, Carl Moeller. “A temporada do Ramadã dá aos cristãos do ocidente um mês inteiro para focar em oração por essas pessoas.”
Para quem deseja conhecer mais sobre os cristãos que vivem em países islâmicos, o livro “Cristão Secretos : O que acontece quando muçulmanos se convertem a Cristo” (Edição 2007) por Irmão André e Al Janssen que trazem um pouco sobre a situação deles. “Cristãos Secretos” está disponível (no Brasil) pelo site da Portas Abertas e também na Editora Vida.
Tradução: Carla Priscilla Silva.Em sua carta, Tiago adverte os cristãos sobre a fé sem obras (Tiago 2.1) e exorta a Igreja a ter atitudes que demonstrem a sua fé, para que não fique somente nas palavras, mas seja reforçada com atitudes.
“A fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta” (Tiago 2.17), portanto não podemos separar as duas coisas. As atitudes dos cristãos não estão baseadas somente em caridade, como ajudar as viúvas, os órfãos e os pobres, mas também em amar e não julgar o próximo, perdoar, não cobiçar ou caluniar, viver longe da impureza, da imoralidade sexual e libertinagem (Efésios 5.3-7).
Jesus alerta seus seguidores, no sermão do monte, a “não praticar suas ‘obras de justiça’ diante dos outros para serem vistos por eles”, ou “não terão nenhuma recompensa do Pai celestial”, mas receberão aqui mesmo a sua porção (Mateus 6.1-4). Não podemos buscar a aprovação dos homens quando fazemos uma “obra”, que é parte importante da vida cristã, cabendo ao Senhor nos recompensar, pois é Ele quem conhece nosso coração e sabe a nossa real intenção.
Reflita sobre as suas próprias atitudes e apresente sua vida diante do Pai. Use este tempo de ramadã não só para orar pelos nossos irmãos que estão em países muçulmanos, mas para declarar, como o salmista: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece as minhas inquietações. Vê se em minha conduta algo te ofende, e dirige-me pelo caminho eterno” (Salmo 139.23-24).





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